01 fevereiro 2013

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Ninguém acreditaria na minha história, mas uma nuvem acabou de entrar aqui pela janela.
Tomou o ar como se fosse somente dela... E inflou.

Soprou, dançou e se transformou.

Primeiro, era uma flor. Talvez Camélia.
Em seguida, foi poeta. Acho que Florbela.
Depois, era mulher. Quem sabe Amélia.
Por fim, se foi. Eu já não sabia mais o que era. Só sabia que ainda era bela.

Mas eu sei que ninguém acreditaria na minha história, na minha rima, na minha nuvem e, muito menos, na minha janela. 
Diriam que é balela.



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2 comentários:

  1. Eu acredito na nuvem sim! Queria ter ouvido os poemas que ela lhe segredou!

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